| 1 x de R$190,00 sem juros | Total R$190,00 | |
| 2 x de R$95,00 sem juros | Total R$190,00 | |
| 3 x de R$63,33 sem juros | Total R$190,00 | |
| 4 x de R$56,47 | Total R$225,87 | |
| 5 x de R$45,52 | Total R$227,62 | |
| 6 x de R$38,11 | Total R$228,65 | |
| 7 x de R$32,80 | Total R$229,62 | |
| 8 x de R$28,79 | Total R$230,32 | |
| 9 x de R$25,67 | Total R$231,02 | |
| 10 x de R$23,23 | Total R$232,26 | |
| 11 x de R$21,23 | Total R$233,49 | |
| 12 x de R$19,55 | Total R$234,54 |
Tubarão: Prionace Glauca
Há couros que vestem. Há couros que protegem.
O couro de tubarão Prionace glauca pertence à segunda categoria. Pescado nas águas do sudeste asiático, este material carrega uma textura própria, densa, quase blindada, que não é imitação de nada. É original desde a origem.
Registros históricos apontam seu uso na confecção de armaduras samurais, séculos atrás, quando a resistência de um material podia significar a diferença entre a vida e a morte em batalha. Essa mesma fibra, hoje, veste o pulso.
Não é um acessório que busca chamar atenção. É um acessório que já nasce com uma história — só espera ser perguntado sobre ela.
Disponível em Preto e Azul Marinho.
Jacaré: Caiman yacare
Há couros que vêm de longe. Este vem de dentro.
O Caiman yacare é do Pantanal. Não é uma espécie importada de um catálogo europeu de curtumes: é o predador que governa as águas rasas do Centro-Oeste brasileiro, e o couro que veste este pulso nasceu a poucos estados de onde a peça foi costurada.
A pele traz o desenho que nenhuma máquina soube reproduzir, escamas ventrais em fileiras regulares, cada uma com sua leve variação de tamanho e brilho, um padrão que se repete sem nunca se igualar. Passar o dedo sobre ela é perceber relevo onde outros couros só oferecem superfície.
Há também o que não se vê. O jacaré-do-pantanal é espécie protegida, e seu couro só circula sob manejo autorizado, com rastreabilidade documentada de origem. Quem usa esta pulseira carrega um material que precisou de permissão para existir como objeto e isso, mais do que qualquer etiqueta, é o que separa o raro do meramente caro.
Não é uma peça que grita. É uma peça que, de perto, não deixa dúvida.
Lagarto: Varanus salvator
Há couros que impõem. Há couros que hipnotizam.
O Varanus salvator, o lagarto-d'água do sudeste asiático, pertence à segunda categoria. Sua pele é feita de escamas minúsculas, redondas, dispostas em faixas simétricas que atravessam a peça de lado a lado como um mosaico. De longe, parece um único tom. De perto, é geometria.
É o mais leve e o mais flexível dos três couros exóticos desta linha. Não blinda como o tubarão nem impõe relevo como o jacaré: acompanha o pulso, amolda-se ao movimento e ganha um lustro discreto com o uso, em vez de perdê-lo.
Foi por essa razão que o couro de lagarto atravessou as décadas de 1920 e 1930 nas casas de artigos finos europeias, quando o rigor geométrico era a própria definição de elegância moderna. O desenho que o Art Déco perseguia no metal e no vidro, este animal já trazia pronto.
Uma peça para quem entende que sofisticação raramente precisa de volume.
